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Crédito do Trabalhador: o que muda no desconto em rescisão e o que o RH precisa fazer agora?

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Olá! Após mais de um ano da implantação do Crédito do Trabalhador (eConsignado), a Dataprev e os órgãos envolvidos vêm promovendo ajustes operacionais para tornar o processo mais aderente à realidade das rescisões contratuais. Recentemente, alterações foram publicadas no Manual da Dataprev e divulgadas em comunicados oficiais, trazendo novas regras para o cálculo do desconto do empréstimo consignado no desligamento do trabalhador. No entanto, é importante destacar: as mudanças ainda dependem de regulamentação oficial por meio de Portaria para produzirem efeitos obrigatórios. Por que essas alterações estão sendo propostas? O objetivo é tornar o cálculo do desconto em rescisão mais alinhado à realidade do contrato de empréstimo e das verbas rescisórias disponíveis. As mudanças buscam: Melhorar o processo de desligamento; Reduzir divergências no cálculo dos descontos; Considerar o saldo devedor atualizado do contrato; Ampliar as possibilidades de garantia da operação de crédito. Primeira ...

Você ainda é júnior? A pergunta que pode transformar sua carreira

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Olá! Recentemente ouvi uma pergunta que me fez refletir: "É normal ficar 6, 7, 8 ou até 10 anos na mesma empresa e continuar sendo júnior?" A resposta pode parecer simples, mas talvez estejamos fazendo a pergunta errada. Mais importante do que analisar o cargo que aparece no crachá é refletir sobre a forma como estamos conduzindo nossa carreira. Afinal, o que realmente define um profissional júnior? É o tempo de empresa? É a idade? É a formação acadêmica? Ou é a forma como ele atua diante dos desafios? O tempo passa. A carreira nem sempre evolui. Muitas pessoas associam crescimento profissional ao tempo de experiência. Mas o mercado tem mostrado que experiência e evolução não são necessariamente a mesma coisa. Existem profissionais com dois anos de atuação que já demonstram autonomia, visão estratégica e capacidade de influenciar resultados. Por outro lado, existem pessoas com dez anos de experiência que continuam executando as mesmas atividades da mesma forma, sem buscar nov...

Jornada 6x1: como a redução da carga horária pode transformar as empresas

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Olá!  O fim da escala 6x1: sua empresa está preparada para os impactos na gestão de pessoas? Nos últimos meses, muito se tem discutido sobre uma possível redução da jornada de trabalho no Brasil. As propostas em debate envolvem a diminuição da carga horária semanal de 44 para 42 horas e, posteriormente, para 40 horas semanais. Mas existe uma pergunta que vai além da legislação trabalhista: Como as empresas irão manter o mesmo nível de operação com menos horas disponíveis de trabalho? A resposta não está apenas no Departamento Pessoal. Ela passa por estratégia, gestão, indicadores, produtividade e planejamento de pessoas. Não estamos falando apenas de jornada Quando o assunto é a possível extinção da escala 6x1, muitas pessoas pensam imediatamente em legislação, folha de pagamento ou custos trabalhistas. Mas os impactos podem ser muito mais amplos. Empresas que operam em segmentos como comércio, indústria, saúde, logística e serviços precisarão avaliar cuidadosamente: Como manter a ...

Liderar Exige Decidir — e Nem Toda Exigência é Liderança

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Olá! Vivemos uma época curiosa no mundo corporativo. Ao mesmo tempo em que empresas falam sobre saúde mental, empatia e liderança humanizada, cresce também uma narrativa quase romantizada sobre o gestor “duro”, “inflexível” e “extremamente exigente”. A ideia parece simples: “Se ele cobra muito, é porque quer o seu crescimento.” Mas a realidade não é tão superficial assim. Nem todo gestor exigente forma profissionais melhores. Às vezes, ele apenas produz profissionais cansados. E essa é uma conversa que precisa amadurecer dentro das empresas. O erro de confundir pressão com liderança Existe uma diferença enorme entre: cobrar desempenho, e pressionar sem direção. O primeiro desenvolve. O segundo desgasta. O problema é que muitas organizações ainda confundem autoridade com frieza e intensidade com competência. Um líder não se torna forte porque assusta pessoas. Ele se torna relevante porque consegue desenvolver pessoas sem destruir sua capacidade emocional no processo...

Lei nº 15.377/2026: o que muda para o DP, RH e SST na prática?

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Olá! A Lei nº 15.377/2026 trouxe novos pontos de atenção para as empresas quando o assunto é prevenção em saúde, comunicação interna e gestão de ausências trabalhistas. E aqui existe um detalhe importante: a lei não criou um novo afastamento. O direito à falta justificada para exames preventivos já existia na CLT desde 2018. O que mudou agora foi a responsabilidade das empresas. Ou seja: não basta mais apenas aceitar o comprovante quando o colaborador apresenta. A empresa passa a ter obrigação ativa de comunicação, conscientização e orientação. O que diz a CLT? O art. 473 da CLT já prevê a possibilidade de ausência justificada para realização de exames preventivos de câncer, limitada a até 3 dias por ano, mediante comprovação. Com a nova lei, foi incluído o §3º, criando obrigação expressa para que a empresa informe os trabalhadores sobre esse direito. Além disso, o novo art. 169-A amplia as obrigações relacionadas à conscientização sobre saúde preventiva, campanhas de vacinação...

Salário emocional: o que realmente faz alguém ficar… ou ir embora

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Olá! Existe uma pergunta que muitas empresas ainda não sabem responder: Por que bons profissionais estão indo embora… mesmo quando o salário está competitivo? A resposta, na maioria das vezes, não está na folha de pagamento. Está no invisível. Está no que chamamos de salário emocional .