terça-feira, 26 de agosto de 2025

Liderar é ter coragem: lições de Brené Brown para transformar a gestão de pessoas


Olá!

A pesquisadora e professora norte-americana Brené Brown ganhou o mundo com suas reflexões sobre coragem, vulnerabilidade e liderança. Em seu best-seller Dare to Lead (2018), ela afirma:

“Liderar não é sobre títulos, status ou poder. É sobre a vontade de aparecer e ser corajoso.”

Essa frase já foi repetida em salas de reunião, workshops e fóruns corporativos. Mas o que exatamente ela quer dizer — e por que incomoda tanto?

O desconforto da frase

Vivemos em um mundo onde ainda se confunde autoridade com liderança. Para muitos, liderar é ocupar um cargo, carregar um crachá e dar ordens. Mas Brené nos lembra de que a verdadeira liderança corajosa não se sustenta apenas no poder formal.

Essa visão é um espelho incômodo porque revela figuras comuns nas empresas:

  • Chefes que adoram o título, mas desaparecem nas crises.

  • Gestores que impõem respeito pelo cargo, mas nunca inspiraram confiança.

  • Líderes que cobram resultados, mas não oferecem segurança psicológica para que a equipe inove.


Liderança corajosa além do comando e controle

Para Brené Brown, o líder do futuro não é o que concentra poder, mas o que tem coragem de ser vulnerável. Isso significa:

  • Admitir erros em vez de buscar culpados.

  • Ouvir genuinamente as pessoas e acolher perspectivas diferentes.

  • Aparecer nas conversas difíceis, sem fugir quando o jogo aperta.

  • Aprender junto com o time, em vez de fingir que sabe todas as respostas.

É uma mudança de paradigma: menos “comando e controle”, mais coragem, empatia e conexão humana.


O que isso significa para sua carreira e sua empresa

Para profissionais de RH, DP e gestores de equipes, a mensagem é clara: liderança corajosa é servir, não dominar. É criar ambientes onde as pessoas se sentem seguras para falar, propor, arriscar e aprender.

Empresas que adotam essa visão colhem frutos como:

  • Times mais engajados, porque se sentem valorizados.

  • Mais inovação, já que a vulnerabilidade abre espaço para a criatividade.

  • Menos rotatividade, pois as pessoas permanecem onde encontram líderes que inspiram confiança.


Conclusão

Liderar é, antes de tudo, um ato de coragem. Não é sobre cargos ou crachás, mas sobre a disposição de se expor, assumir responsabilidades e estar presente — mesmo nas situações mais desafiadoras.

Seja você um gestor, empreendedor ou profissional em desenvolvimento, lembre-se:
👉 Engajamento não se impõe, se constrói.
👉 E tudo começa na escuta e na valorização de quem faz a empresa acontecer.

Vamos refletir sobre isso?

Com carinho,

Marta Verona

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