Quando a nossa história encontra a história de alguém
Olá!
Recebi uma mensagem que me fez lembrar por que escrevi Justiça em Ruínas — A reconstrução de uma vida.
Uma leitora terminou o livro e me escreveu:
“Terminando de ler, eu me vi muitas vezes nas tuas palavras…”
Depois, contou um pouco da história dela.
Falou sobre família, escolhas, carreira e sobre como participar de palestras, fazer networking e conhecer outras pessoas tem mostrado a ela que existe um mundo maior — e que ela pode muito mais.
E talvez esteja justamente aí a importância de contar histórias reais.
Eu não escrevi um livro para ensinar alguém a viver
Justiça em Ruínas nasceu da minha própria trajetória.
Para escrevê-lo, precisei revisitar lugares difíceis, decisões que tomei, dores que vivi e, principalmente, a mulher que fui me tornando ao longo do caminho.
Mas nunca quis transformar a minha história em uma receita.
Cada pessoa tem suas circunstâncias, seus tempos e suas escolhas.
O que eu queria mostrar era outra coisa: o lugar de onde viemos ajuda a explicar quem somos, mas não precisa determinar para onde vamos.
Podemos olhar para a nossa história, compreendê-la, honrar o que vivemos e, ainda assim, escolher diferente daqui para frente.
Por que histórias verdadeiras importam?
Porque às vezes precisamos enxergar possibilidades através da história de outra pessoa.
Uma palestra pode abrir uma janela.
Uma conversa pode provocar uma decisão.
Uma conexão pode mudar a maneira como enxergamos nossa carreira.
E um livro também pode fazer isso.
Quando uma leitora me diz que se reconheceu em algumas páginas, mas principalmente que percebeu que “pode muito mais”, entendo que Justiça em Ruínas já ultrapassou a minha própria história.
Aquilo que um dia foi dor virou palavra.
A palavra encontrou outra pessoa.
E virou conexão.
Talvez esse seja um dos maiores presentes que este livro está me dando.
Alguns livros a gente termina de ler.
Outros continuam dentro da gente. 📕❤️
E, a cada mensagem que recebo, tenho ainda mais certeza de que valeu a pena ter coragem de contar a minha história.
Com carinho.
Marta Pierina Verona.

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