TBT CONARH 2025: o evento termina, mas o que aprendemos continua
Hoje o meu #TBT me levou para o CONARH 2025.
E, olhando essa foto um ano depois, pensei em uma coisa: quantos conteúdos, tendências, tecnologias e novidades cabem dentro de um grande evento de RH. Mas o que realmente fica depois que voltamos para casa?
Para mim, ficam as conexões, os aprendizados e, principalmente, as perguntas que levamos conosco.
O RH muda. E nós precisamos mudar junto.
Quem trabalha com RH e Departamento Pessoal sabe a velocidade das transformações.
Em pouco tempo, vimos inteligência artificial ganhar espaço, novas tecnologias entrarem definitivamente na rotina das empresas, mudanças importantes na legislação trabalhista, avanços no eSocial, FGTS Digital, novas discussões sobre saúde mental, riscos psicossociais, experiência do colaborador e um RH cada vez mais orientado por dados.
Mas existe algo que nenhum sistema faz por nós: decidir como vamos nos posicionar diante dessas mudanças.
Podemos continuar fazendo tudo como sempre fizemos.
Ou podemos aprender, questionar e evoluir.
Conhecimento que não chega à prática perde força
Talvez essa seja uma das maiores reflexões que eventos como o CONARH deixam para mim.
Não basta assistir a uma palestra incrível.
Não basta conhecer uma nova ferramenta.
Não basta ouvir sobre inteligência artificial, indicadores, cultura, liderança ou futuro do trabalho.
A pergunta precisa ser:
O que eu faço diferente quando voltar para a minha rotina?
Às vezes, a mudança começa pequena.
Um processo que pode ser simplificado.
Um indicador que finalmente passa a ser acompanhado.
Uma conversa que precisa acontecer.
Uma atividade operacional que pode ser automatizada.
Ou simplesmente a decisão de estudar algo que percebemos que ainda não dominamos.
É assim que conhecimento começa a gerar transformação.
Networking também é aprendizado
Existe ainda uma parte dos eventos que nenhuma apresentação substitui: as pessoas.
Encontrar profissionais que vivem desafios semelhantes aos nossos, trocar experiências, ouvir outras perspectivas e perceber como diferentes empresas estão resolvendo problemas parecidos amplia muito o nosso olhar.
Networking, para mim, nunca foi apenas trocar contatos.
É trocar repertório.
E algumas conversas de corredor podem provocar reflexões tão importantes quanto aquelas que acontecem no palco.
O que Marta pensa sobre isso?
Não precisamos saber tudo. Mas precisamos continuar dispostos a aprender.
O mercado muda.
A legislação muda.
A tecnologia muda.
As profissões mudam.
E nós também precisamos nos permitir mudar.
Talvez o verdadeiro valor de participar de um grande evento não esteja na quantidade de palestras que assistimos, mas na quantidade de ideias que conseguimos transformar em ação depois dele.
Por isso, meu TBT de hoje não é apenas sobre onde eu estava.
É sobre quem eu era naquele momento, o que aprendi desde então e quanto ainda quero aprender.
Porque o evento termina.
Mas aquilo que realmente nos transforma continua com a gente.
E você?
Quando participa de um evento, volta apenas com fotos e anotações ou escolhe pelo menos uma coisa para fazer diferente na sua rotina?

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